PRESENTES TECNOLÓGICOS PARA XS NAMORADXS

as vezes não sabemos que o oferecer de presente à nossa cara-metade não é? Pelo menos eu tenho sempre esse problema. Por isso hoje fazemos algumas sugestões diferentes, na área da tecnologia, aproveitando uma promoção que a Gearbest está a fazer a pensar no dia dos namorados. mas partindo do principio que elas também gostam de tecnologia, senão está à procurar no sítio errado, damos algumas possíveis ideias. Mas não se esqueça de verifica no link em cima por outras opções.

Beelink GT1

Se sempre imaginou ter o Android na sua televisão, as Android TV Box são a melhor opção e, não há dúvidas, que esta Beelink GT1 é uma excelente aposta (Pode ler a nossa análise aqui).
Esta Android Box tem um processador octa-core a 2GHz, com 2GB de RAM e 16GB de armazenamento, mas há opção com 32GB se for necessário. Conta com Wifi Dual BAnd, para melhorar o desempenho, mas também ligação de rede, o que será preferível para o streaming.
De referir que o Kodi já vem pré-instalado, o que facilitará o início do consumo de conteúdos através da Internet, além de tudo o que o Android oferece, já que o equipamento vem com o Android 6.0 Marshmallow instalado.
Claro que isto só seria bom se o preço também fosse, o que por pouco mais de 50€ é um excelente equipamento. Não se esqueça de pedir o envio por “Priority Line”, para não parar na alfandega.

Xiaomi Mi Bluetooth 4.1 Speaker 2

Um gadget que cada vez mais dá mais jeito, são as colunas de som. Nas lojas de retalho já encontra algumas opções interessante, mas com qualidade a baixo preço, é sempre complicado de encontrar. No entanto, a Xiaomi coloca-se numa excelente posição para isso e esta Xiaomi Mi Bluetooth 4.1 Speaker 2 é uma opção muito interessante.
Para começar, tem um design muito atrativo, que permite colocar em qualquer sítio da casa e ficar bem. Além disso, tem uma bateria de 1200 mAh, o que permite até 7 horas de música seguida. Além disso, como tem tecnologia Bluetooth 4.1, permite transmitir diretamente do nosso smartphone, bem como atender chamadas utilizando este dispositivo.
Mas se toda esta qualidade é cara, a Xiaomi já nos habituou a não desiludir nesta área e a ter um preço muito em conta, portanto por menos de 25€ pode adquirir esta coluna. Neste caso, é pouco provável que tenha problemas com a alfandega, mas também tem a opção do “Priority Line”.

Projetor YG – 300

Fez uns vídeos ou tirou fotografias que gostaria de mostrar aos amigos, mas o ecrã do smartphone não é o suficiente. Então esta também é a prenda ideal e por muito baixo preço.
Com uma projeção de resolução de 320x240p, tem um contraste de 800:1 e lumens entre os 400 a 600. Não é de topo, mas em contrapartida é muito portátil e a um muito bom preço. Tem suporte a HDMI, AV e USB, o que permite uma ligação por cabo com outros produtos, como computadores ou leitores de DVD.
O preço, também aqui é muito interessante, já que por menos de 33€ pode comprar este pequeno e portátil projetor.

CASE DRONE FAZ SELFIES EM PLENO VOO

Uma case para smartphone que se transforma em drone especialmente para tirar selfies aéreas. Esta é a Selfly, novo gadget que superou a meta de arrecadação do portal de financiamento coletivo Kickstarter. 

Compacto e dobrável, o Selfly, ao ser desencaixado do restante da estrutura, vira um drone de bolso acompanhado de bateria, uma máquina portátil e quatro motores. Possível de ser comandado via celular, o acessório permite à pessoa esperar o momento mais apropriado, bem como o ângulo adequado para tirar uma foto. 

De acordo com a empresa responsável pelo equipamento, que oferece resolução de oito megapixels, ele foi projetado para poder decolar a partir da mão do usuário, não trazendo riscos de acidentes e facilitando o manuseio. Para completar, o sensor também grava vídeos em qualidade Full HD a 30 quadros por segundo. No entanto, o aspecto que deixa a desejar está relacionado à bateria, uma vez que esta tem autonomia para apenas cinco minutos de uso. 

Com entregas previstas para junho, inclusive ao Brasil, via pagamento de uma taxa extra de 20 dólares (R$ 62) mais importação, a novidade sai por 99 dólares (R$ 306). 


Fonte CCM

ECOTURISMO NA FLORESTA NACIONAL DO TAPAJÓS

 Se você gosta de apreciar a natureza, explorar lugares inusitados e culturas diferentes, precisa conhecer a Floresta Nacional do Tapajós Uma Unidade de Conservação reconhecida por suas belezas naturais, onde o rio Tapajós banha as terras ribeirinhas e muda de cor, de acordo com a época do ano e de tamanho. 

 Agora imagine só, na cheia é possível passar de canoa por entre palmeiras observando tracajás e jacarés. Já na seca, o rio desce e revela praias de areia branca, próprias para o banho. Subindo a serra, o visitante vai encontrar a floresta primária com árvores frondosas, algumas centenárias como a samaúma, a castanheira, a andiroba, dentre outras.

 Além dos aspectos ambientais, o local apresenta expressiva riqueza sociocultural, representada por populações tradicionais, que realizam o manejo florestal sustentável em uma área especialmente reservada para este fim.

 Igarapé de Jamaraquá - Por Fábio Barbosa

 Durante a visita você pode aproveitar para observar a fauna, fazer trilhas interpretativas, passeios de barco, praticar pesca artesanal, além de tomar banho em praias e igarapés. Indica-se também: comprar o artesanato local, observar a produção de couro vegetal, participar de festejos populares,visitar as comunidades tradicionais e participar ou acompanhar uma das mais complexas maratonas de selva, a Jungle Marathon.
 
Por Mariana Morishita

 A Floresta Nacional do Tapajós recebe visita o ano todo, porém durante o chamado verão amazônico, que acontece de julho a dezembro, o surgimento das praias fluviais fazem desse período a melhor época de visitação.

Como chegar:
 Acesso via terrestre são 50 km via BR-163; via fluvial pelo rio tapajós.



8 LUGARES IMPERDÍVEIS NO PARÁ

Segundo maior estado o Pará ilustra a diversidade natural e cultural do Norte

 Segundo maior estado do Brasil em extensão (atrás apenas do Amazonas), o Pará ilustra bem a diversidade natural e cultural do Norte do País. Escolher um roteiro pelas cidades do Pará é programar uma viagem por atrações regionais tão únicas daquela região, passando por pratos (caruru, maniçoba, pato no tucupi, tacacá etc.) e músicas típicas (carimbó, calypso, tecnobrega, marujada etc) que vão dar vontade de querer ficar mais e mais…

BELÉM:

A capital e maior cidade é um polo de tudo de melhor que representa o Pará. Ao mesmo tempo em que é cosmopolita e moderna, Belém não perdeu traços tradicionais como seu casario colonial dos tempos áureos da indústria da borracha, quando herdou fortes influências europeias.
Há muito que ela deixou de ser apenas porta de entrada para a Amazônia. A lista de atrações imperdíveis em Belém inclui o incrivelmente diversificado Mercado Ver-o-Peso; belas áreas verdes como o Mangal das Garças; passando por complexos culturais maravilhosos como o Feliz Lusitânia e o Espaço São José Liberto, que abrigam museus, galerias e espaços de cultura em locais privilegiados, que têm como bônus uma linda vista da Baía do Guajará.
Não deixe de fazer uma visita guiada no Theatro da Paz ou na Basílica de Nossa Senhora de Nazaré, de onde parte e chega o Círio de Nazaré, a maior procissão católica do país com mais de dois milhões de participantes. E esbalde-se nas maravilhas gastronômicas que a cidade oferece, como na Estação das Docas, onde não dá para deixar de provar os sabores exóticos de sorvete, como o de tapioca com açaí.
SANTARÉM:
 Terceiro maior município paraense, Santarém já foi aldeia dos índios tapajós, e hoje é um dos grandes polos turísticos do Estado.
 Ao mesmo tempo que cresceu, a cidade não perde suas tradições regionais. No Mercadão 2000, encontra-se frutas, peixes e comidas regionais, e nos restaurantes não faltam pratos com ingredientes clássicos com tucupi, jambu e piracuí.
 Do movimentado Terminal Fluvial Turístico, com seus quiosques e artesanato típico em palha trançada, saem os populares passeios para ver o encontro das águas do Tapajós e Amazonas. No mesmo passeio, é possível avistar botos cor-de-rosa e cinzas. Sem falar nos mais de 100 quilômetros de praias de água doce, com direito a ilhas, cachoeiras, lagos, igarapés etc.
 Uma aldeia de pescadores que só existe durante poucos meses do ano, é um dos xodós de Santarém, do Pará e do Brasil. Alter do Chão ganhou fama internacional ao ser apelidada de o “Caribe Amazônico”, com suas praias de águas doces às margens do Rio Tapajós.
 As praias só aparecem no período de vazante do rio, entre agosto e novembro, e o balneário torna-se disputadíssimo. A paisagem mistura areia branquinha, águas de cor azul-turquesa e morninhas, barcos rústicos de madeira e barracas de sapê, e a famosa Ilha do Amor, acessível de canoa.
 Sem contar as delícias da culinária local à base de frutos do mar, e a movimentada Festa do Sairé, em setembro, com uma semana de música, dança e procissões
MARAJÓ:
É no Pará também que está o maior arquipélago fluviomarinho do mundo. Banhado pelo oceano Atlântico e pelos rios Amazonas e Tocantins, o Arquipélago do Marajó abrange mais de 2.500 ilhas e ilhotas, e dezenas de municípios.
Seu ponto de visitação mais famoso é a Ilha de Marajó. Trata-se da maior ilha do Brasil, na foz do Rio Amazonas, acessível por catamarã desde a capital Belém. Entre os programas imperdíveis por lá, estão passeios de búfalo (muito comuns nas planícies da região); observar aves raras (como o guará) e os jacarés em passeios pelos igarapés; e praticar esportes variados, como rafting e caminhadas pela selva.
Soure é considerada a “capital” da região de Marajó, e guarda atrações naturais que merecem atenção em uma visita ao Pará. Entre elas, a Praia do Pesqueiro (ou “Vila do Pesqueiro”), a 11km do centro, na foz do Rio Amazonas.
Muita gente procura a praia para tirar fotos com os búfalos que habitam a região. A paisagem dos quatro quilômetros de dunas, palmeiras e mar agitado é complementada por uma infraestrutura de ótimos quiosques para atender os turistas.
SALINAS:
Outra região bastante movimentada durante a alta temporada é Salinópolis, ou Salinas. As praias atraem a galera jovem do Pará e os visitantes encantam-se com a paisagem de dunas e areias branquinhas.
Dentre os hits da região, estão a praia do Maçarico, com sua orla repleta de bares e restaurantes; a bela praia do Atalaia, com dunas gigantes e piscinas naturais na maré baixa; e um curioso lago de águas limpas e escuras, o “Lago da Coca-Cola”.
SÃO GERALDO DO ARAGUAIA:
Em São Geraldo do Araguaia, no sul do estado, o Parque Estadual Serra das Andorinhas abriga um dos ecossistemas mais ricos do Brasil em termos de diversidade biológica. Também chamada de Serra dos Martírios, a região contém 292 cavidades geológicas, entre elas 26 cavernas e 36 grutas.
São 60 mil hectares cortados pelo rio Araguaia, incluindo 40 cachoeiras, piscinas naturais, floresta com centenas de espécies botânicas e milhares de gravuras rupestres. Há também inúmeras opções de esportes de aventura, como rafting e alpinismo.
MARACANÃ:
 No município de Maracanã, mas especificamente na ilha de Maiandeua (“Mãe da Terra” em tupi), local de pescadores reúne as algumas das praias consideradas mais tranquilas e bonitas do Pará. O clima é bucólico e de total rusticidade – não há trânsito de veículos e as pousadas e restaurantes são simples, mas extremamente aconchegantes.
 Nada como passear os vilarejos da ilha a pé ou de carroça nas ruas de terra, ou ainda fazer passeios nas jangadas coloridas pelas praias de areia fininha, dunas, coqueirais e cajueiros. Na alta estação, o local ganha quiosques de frutos do mar, carimbó tocando nos alto-falantes e os surfistas marcam presença em praias como Crispim e Ipomanga.
fonte: MOMONDO

MUVUCA NA CUMBUCA UFPA 2017

Do verbo “Misturar tudo numa Cumbuca”

 De acordo com a lenda... a Semana de Comunicação da UFPA foi concebida em 2005, em uma gestação complicada que durou três anos, nascendo em 2008 sendo batizada de Muvuca na Cumbuca. Mas... hibernou por dois anos retornando em 2011, devido a necessidade de discutir as mudanças que moviam os mundos à sua volta, os rumos que a Comunicação estava tomando. Despertando de seu sono encantado e a cada ano a equipe de organização cresce, formada por voluntários.

 A proposta é, como o nome sugere, misturar tudo! Mas calma... sem avacalhar o mundo da Comunicação. Com uma programação que abrange desde os princípios do mercado até o acadêmico; integrando diferentes temas e estudantes de diversas instituições em uma belíssima gororoba comunicacional. Buscando abranger estudantes e profissionais da área, na região metropolitana de Belém, em três dias de aprendizado com grandes nomes do cenário da Comunicação local e nacional em sua programação.


“Nossa missão é quebrar a rotina de sala de aula, dando a oportunidade de debater temas que gostamos e que muitas vezes não temos na grade curricular das faculdades daqui de Belém: novas mídias, tendências, produção de conteúdo, os novos papeis na comunicação, da academia ao mercado e do mainstream ao hipster. Promovendo a troca de experiências e estimulando o desenvolvimento de ideias, com descontração e bom humor.” - Tony Lameira, um dos (des)organizadores de 2014


  Em 2017, a sua nona edição só ocorre em outubro com o tema "Comunicação através da Arte". Está ficando tão legal que quero contar tudo agora o que vai acontecer, mas ainda é surpresa. Prometo que aos poucos saberás, porque é sempre bom deixar algo para o final... mas até lá podes participar de outras maneiras, anota aí: Enquanto o grande dia não chega, poderás aproveitar as Muvuquinhas, pré-eventos organizados nos meses que o antecedem, com oficinas, palestras e atividades culturais, intercâmbio de informações com profissionais, pesquisadores e estudantes, além de muito amor e calor humano. Venha, fazer parte desse caminho. A programação da Semana em breve estará disponível no blog e no facebook.
 Os interessados podem participar de duas formas: adquirindo o Muvucombo, no valor de 35 reais, que dá direito ao participante entrar nas palestras, mesas de debate e oficinas; ou adquirindo o Muvulight, no valor de 30 reais, o comprador poderá participar somente das palestras e mesas de debates.

CARNAVAL CARNAPAUXIS PATRIMÔNIO CULTURAL

O Carnapauxis e seu símbolo, o Mascarado Fobó, ganharam em 2008 o status de Patrimônio Cultural e Artístico do Pará, de acordo com a lei nº 7.225/08 sancionada pela governadora Ana Júlia. A folia momesca ocorrida todos os anos na cidade de Óbidos, oeste paraense.
LEI 7.225:
Declara como patrimônio cultural e artístico do Estado do Pará, o “CARNAVAL CARNAPAUXIS” e seu símbolo, “Mascarado Fobó”, no Município de Óbidos e dá outras providências.
A Assembléia Legislativa do Estado do Pará estatui e eu sanciono a seguinte Lei:
Art. 1° Fica declarado patrimônio cultural e artístico do Estado do Pará, para os fins previstos nos arts. 17, inciso III, 18, inciso VII e 286, incisos I e II da Constituição do Estado do Pará, o “CARNAVAL CARNAPAUXIS” e o seu símbolo “Mascarado Fobó”, como forma de expressão cultural e artística do Município de Óbidos.
Art. 2° Esta declaração objetiva:
I - a preservação, conservação e proteção às formas de expressão, objetos, documentos, fantasias, danças e músicas do “CARNAVAL CARNAPAUXIS”;
II - inclusão do “CARNAVAL CARNAPAUXIS” e o seu símbolo “Mascarado Fobó” nos calendários cultural, artístico e turístico anual do Estado do Pará.
Art. 3° Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
PALÁCIO DO GOVERNO, 24 de novembro de 2008.
ANA JÚLIA CAREPA
Governadora do Estado
HISTÓRIA:
O Carnaval obidense teve início no fim do século XIX e início do século XX, em que folguedos carnavalescos eram exercitados entre as famílias tradicionais e muito usados no Nordeste, sendo que estes folguedos vieram de Portugal, chamados “ENTRUDOS”. O ENTRUDO consistia no seguinte: as famílias residentes na parte de baixo faziam desafios às famílias que moravam na parte de cima, eram traçadas batalhas nas ruas da cidade para demonstrar a alegria que se apossava de todos durante a quadra momesca.
Os brincantes da cidade baixa ou vice-versa já feito o desafio e armados de fuligem de panelas, amido de farinha, banha de porco, andiroba, anil e outras tantas desmanchadas em baldes d’água, e ainda munidos de bagaço de frutas, iam aos ataques, tanto nas ruas como visitavam as famílias desafiantes em suas residências. Estes derrubavam tudo o que encontravam e alguns apelavam para a violência, sendo contidos pelas autoridades, porém estes folguedos eram aceitos de um modo geral por todos os brincantes.

O ENTRUDO ainda consistia no seguinte: as famílias como as famílias Souza, sentavam nas calçadas da rua de Santana, hoje Alexandre Rodrigues de Souza, munidos de pedras e estrume de boi, atacavam os transeuntes que estavam bem vestidos jogando estes apetrechos estragando assim as suas vestimentas. Até o juiz da comarca. o Intendente Piranha e o advogado local Dr. Bruno, que tomando chá em sua residência foram surpreendidos com uma bacia de goma de tapioca com que engomaram suas cabeleiras e o cavanhaque, sem que houvesse qualquer reação por parte destes, porque assim determinava a tradição e a educação. Em 1918, começaram as festas carnavalescas acabando assim com os ENTRUDOS. Mas antes de 1918, temos o ano de 1884 com o aparecimento das máscaras, em 1892 o aparecimento do sujo, em 1894 o aparecimento da serpentina, em 1911 o aparecimento do lança-perfume. Em 1946 houve o aparecimento do “Zé Pereira”, música carnavalesca muito usada até hoje. Na cidade nessa época não havia os clubes, e as festas eram realizadas em casas de famílias, as músicas tocadas eram a polca, onde sobressaiam as fantasias mais luxuosas e ricas de colombinas e pierrots. Eram festas de muita beleza e riqueza. Os grandes bailes começaram depois nos salões que tinham como palco a Prefeitura local.

Depois o carnaval obidense foi sendo melhor desenvolvido a cada ano aparecendo o primeiro bloco chamado “OS ESPANADORES”, composto só de militares, tendo a frente o sargento Joaquim Sarraff de Castro e o cabo Carlinho Salgado dos Santos. Os rapazes obidenses que estudavam em Belém e Manaus vinham determinados a festejar de outro modo a quadra momesca. Apareceram assim os cordões carnavalescos e mascarados que encontravam oportunidades para fazer críticas à política e pessoas importantes da época, como fiscais de consumo da coletoria federal estadual que fizeram desaparecer o movimento artesanal da cidade por cobrarem impostos absurdos. As festas vieram especialmente para lembrar os pierrots, arlequins, colombinas, sendo que nestas festas eram feitos desfiles de fantasias belíssimas muitas vindas do Sul, trazidas pelos oficiais que vinham servir no Quartel Militar da cidade, como também de cunha formação portuguesa, o lança-perfume era usado quando um rapaz queria namorar uma moça, este a perseguindo jogava o tempo todo o lança-perfume. O Senhor Carlos da Silva Simões sempre participou de carnavais de rua e salões com fantasias adequadas.

Com a inauguração do Amazônia Clube, fundado em 1927, pelo Tenente Isaac Ferreira e com a participação da sociedade local, grandes blocos surgiram, organizados por dona Laurinha Brito, portuguesa, casada com um obidense, que morava na cidade baixa e dona Violeta Viana organizava os blocos com os moradores da parte de cima, ajudada pelo então estudante Rui Barata, que compunha as músicas carnavalescas, estes blocos faziam disputas. Amazônia Clube era muito freqüentado pelas famílias mais tradicionais da terra e pelos oficiais graduados que serviam o Quartel sendo assim um clube de sociedade obidense. Ficava onde é hoje o supermercado do Fernando Amaral, o clube acabou com a revolução de 1930.

Com o desenvolvimento da cidade, aos poucos, o carnaval foi tomando o maior vulto, tanto que em 1962, existiam vários blocos carnavalescos tanto de ruas como de salões. Os blocos de rua eram organizados, com moças, rapazes, velhos e crianças, que percorriam as ruas dançando ao som de conjuntos. Eram blocos sadios sem cachaça, brigas e empurrões, onde todos brincavam com alegria e animação. Nos salões dos clubes da sociedade como: Assembléia Recreativa Pauxis-ARPA, Mariano e Paraense, as festas também eram muito animadas e bem organizadas. Eram os clubes da sociedade, existindo atualmente a ARPA. Todos os clubes no último dia de carnaval realizavam um concurso de Rainha das Rainhas do carnaval obidense e cada candidata apresentava belíssima fantasia, este concurso era realizado na ARPA. Existiam ainda os clubes de ‘Segunda’ como eram chamados aqueles que ficavam sempre nos fins de rua.

Os blocos de rua depois de percorrerem várias ‘artérias’ da cidade, concentravam-se em frente à casa do senhor Antonio Fernandes, o conhecido Antonico Pé de Arpão, um dos mais abalizados e um dos maiores carnavalescos obidenses.

Muito mais tarde, outros tempos chegaram devendo salientar o grande carnavalesco senhor Mário Prata, que também contribui muito para que os carnavais de rua fossem movimentados. Eram blocos bem organizados, com muitas alegorias, além de variadas fantasias caracterizando como sempre o homem vestido de mulher e o tradicional dominó.

No fim da década de 70, houve varias mudanças negativas no cenário sócio, político e econômico do município, e como reflexo dessa recessão que se abateu sobre a cidade, vários clubes foram obrigados a fechar as portas ao empolgante carnaval que parecia ter encontrado o seu triste fim, ficando adormecido por quase 30 anos, pois somente em 1997, com todo apoio da Prefeitura e Secretaria de Cultura, Turismo e Meio Ambiente do Município, o carnaval ressurgiu todo o esplendor que tivera tempos atrás, começando uma nova era para os foliões.
Fonte: XUPAOSSO, ÓBIDOS.NET

PUPUNHA O SABOR PARAENSE

 A pupunha, fruto típico desta época do ano, no Pará, além de muito suculenta é repleta de antioxidantes que ajudam na absorção de vitamina A. Esta vai bem de várias formas, creme, com queijo de búfala ou mel e, da forma mais usual pelas ruas e cozinhas do Pará: cozida ao sal para comer bem cedinho ou ao final da tarde com café. Uma delícia, experimente.

 Grande parte das plantações de pupunha do Pará nasceram em Benevides, pertinho de Belém, graças ao engenheiro florestal Wilson Farato. Há 25 anos ele cultiva e vende mudas de pupunheira, e atualmente trabalha em um lote de 50 mil mudas que serão enviadas para Concordia do Pará. Segundo o engenheiro, a maior parte dos interessados nas mudas são agricultores interessados em produzir o palmito da pupunheira. "É o palmito da nova geração, o palmito da moda no Brasil e no mundo inteiro", conta.

 No Pará, as maiores plantações de pupunheiras para extração de palmito estão nos municípios de Benevides, Xinguara e Tucuruí. Cada cidade tem aproximadamente um milhão de pés da árvore.

 Para extrair o palmito da pupunheira é preciso cortar a árvore inteira, de preferência quando ela está jovem e não muito alta. Diferentemente do açaizeiro, que eva 7 anos para atingir o ponto ideal de corte e rende apenas um palmito, a pupunheira pode ser cortada depois de um ano e meio, e tem uma produtividade muito maior. "Eu já consegui até sete palmitos de uma única muda", conta o agricultor Antônio Oseiro.

 Quando os colonizadores chegaram na América, muitos povos indígenas já conheciam as pupunheiras. Eles aproveitavam as partes comestíveis e também os troncos e as folhas para fazer diversos tipos de construções. A planta é encontrada no Brasil e em outros países que fazem parte da Amazônia, como Peru, Bolívia e Equador, que se interessam principalmente pelo palmito - o hábito de comer pupunha cozida, de preferência acompanhada por um cafézinho, é do estado do Pará.


PISOS EM MOSAICOS DOS PALACETES EM BELÉM

Além das: gigantescas mangueiras centenárias, do mercado do Ver-o-Peso, da Basílica de Nazaré, do cais do porto e de outros locais agradáveis, a cidade de #BelémDoPará abriga uma quantidade apreciável de edificações antigashistóricas, conhecidas como solar e palacete, impressionando seus visitantes por suas linhas, em sua maioria do período neo-clássico.

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Alguns desses prédios abrigam pisos em mosaico em pastilhas que ainda hoje podem ser apreciados. Tanto a arquitetura quanto os mosaicos dos pisos, todos são importados de ateliês franceses, dão uma idéia do esplendor no período “#BelleÉpoque” vivido pela cidade durante o apogeu proporcionado pela borracha desde a última década do século XIX, até 1909, quando as exportações caíram vertiginosamente. Além dos pisos em pastilhas, também foram providenciados pisos em mosaicos de madeiras, escolhidas entre espécimes raras da Amazônia.

Dentre todos esses prédios, possivelmente o mais rico ou de maior significado histórico seja o Palácio Lauro Sodré, construção anterior ao surto da borracha. Foi edificado no século XVIII, surgindo das pranchetas do arquiteto italiano Antônio Antonio Giuseppe Landi.

Alguns historiadores admitem que a iniciativa da Coroa Portuguesa de construir o Palácio teria partido do Marquês de Pombal. Sua intenção, na época, era de convencer o Rei Dom José I a se afastar das intrigas de Lisboa e transferir-se provisoriamente para a Província do Grão Pará. E em 1771, o Palácio foi erguido a partir dos traços de Landi.

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Os pisos em mosaico foram aplicados posteriormente, adquiridos na França, durante a reforma das instalações, no auge da borracha, quando o Palácio abrigava a sede do governo estadual, na gestão do então governador Augusto Montenegro, que permaneceu por dois mandatos, de 1901 a 1905 e de 1905 a 1909. Além dos pisos em pastilhas importadas, foram providenciados mosaicos igualmente sofisticados em madeiras raras da floresta amazônica.

Piso do Palacete Montenegro (Museu da UFPA)
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O próprio Montenegro construiu um palacete para sua residência e incluiu entre os requintes da casa um tapete em mosaico. Recentemente, o palacete foi transformado em Museu da Universidade Federal do Pará (MUFPA). O mesmo ocorreu com o Palácio Lauro Sodré, que teve suas instalações modificadas para se tornar o Museu Histórico do Estado do Pará (MHEP).

Vale a pena visitar esses Museus, não apenas pela farta documentação que possuem, mas também para apreciar a arquitetura dos prédios e os mosaicos, que não deixam dúvida sobre a riqueza dos áureos tempos da borracha em Belém do Pará.

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Além desses dois prédios, seria muito proveitosa uma visita ao Teatro da Paz, que abriga um tapete em mosaico do mesmo período e, provavelmente, adquirido nos mesmos ateliês franceses que fizeram obras semelhantes para o Palacete Montenegro e para o Palácio Lauro Sodré.

O Teatro também foi construído em estilo neoclássico, projetado pelo engenheiro Tibúrcio Pereira Magalhães entre 1868 e 1874. É obra que orgulha os paraenses, tanto quanto o Teatro Amazonas, que é, igualmente, referência cultural e turística dos amazonenses.

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UM POVO LÁ DE BRAGANÇA, A MARUJADA

  Ao ritmo da marujada bragantina e com a alegria das cores vermelha e branca do glorioso São Benedito, a Associação da Marujada de São Benedito de Ananindeua, (presidente Raimundo Ferreira de Souza, bragantino residente em Ananindeua), formada por bragantinos que mudaram da cidade de Bragança para a Região Metropolitana de Belém (capital do Estado), festeja há mais de 30 anos a devoção ao seu santo protetor, realizando no primeiro domingo de janeiro a Festividade de São Benedito, aos moldes da realizada em Bragança, celebrando a “bragantinidade”.

  A programação no clube Asuepa (Associação dos Servidores da UEPA, BR-316 Km 09), de fronte a igreja Matriz da cidade de Ananindeua, com diversas atividades. Tendo início às 9h da manhã com Santa Missa; às 10h café da manhã; às 11h apresentação da Marujada de Ananindeua e Bragança; às 12h30 servido almoço para os marujos e marujas; 16h procissão de São Benedito percorrendo a BR 316, com os devotos levando duas imagens de São Benedito, e às 22h queima de fogos marcando o encerramento da festividade.


  Além da devoção, a festividade em Ananindeua, foi criada por dona Amélia Sulamita, que sofria de deficiência visual e prometeu que se ficasse boa da visão criaria a festa. Com a graça alcançada, Sulamita, hoje com mais de 80 anos, comandou as festividades durante 5 anos com ajuda de Raimundo Ferreira.

  A marujada virou um folguedo típico das regiões Norte e Nordeste brasileiro, considerada uma das mais importante representação religiosa e cultural popular, em homenagem a São Benedito, derivada do fandango de Portugal, que comemora as conquistas na era dos descobrimentos marítimos (séc XVI e XVII) e, retratam também, a difícil vida dos marinheiros em mar. Chegou ao Brasil, através da colonização portuguesa. Mas, sofreu, em terras brasileiras, modificações. Ganhou força no Brasil quando os senhores brancos atenderam ao pedido dos escravos para criarem a Irmandade de São Benedito. Como agradecimento, os negros dançaram de casa em casa.

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  O grupo Marujada de Bragança (Irmandade da Marujada de São Benedito e Diocese de Bragança) é sempre convidada especial (João Batista, presidente), Ananindeua recebeu 75 pares de marujas e marujos bragantinos, juntamente com a capitoa da festa, Aracilda Corrêa, e o capitão, José Maria Santiago, além do grupo de música com banjo, rabeca, cavaquinho e percussão. As marujas comandaram a roda, o retumbão e o xorado, ritmos dançados em pares e em grupo, além da mazurka, da valsa, e claro, do xote bragantino. Além da marujada de Bragança, este ano o grupo folclórico Parananim também animou a festividade, onde mais de mil pessoas participam.

  Grupo Folclórico Parananin, criado em 1996 no municipio de Ananindeua, através da união de amigos, com objetivos de pesquisar, preservar e difundir a manifestação cultural de base e aspectos folclóricos paraenses, através do estudo da dança e música tradicionais. O nome do grupo, faz referência a Ananindeua, por ter nascido neste município, O nome Ananindeua é de origem Tupi, devido na região ter grande quantidade da árvore chamada Anani (Symphonia globulifera), que produz a resina de cerol utilizada para lacrar as fendas das embarcações.

CARREGADOR DE CELULAR EÓLICO TRINITY

 É frustrante no meio do dia perceber que o cel está dando os últimos suspiros. Nesse mundo moderno a bateria dos smarthphones sofre com uso de internet e música ao mesmo tempo. Pensando nesse problema, os eletricistas islandeses Einar Agustsson e Agust Agutsson desenvolveram o Trinity, um carregador portátil que usa a energia dos ventos para carregar qualquer aparelho com entrada USB.

 O Trinity consiste em um cilindro de 12 polegadas, que possui um gerador de 15 watts e uma bateria que armazena 15,000 miliampere-hora (mAh), o suficiente para carregar um celular de quatro a seis vezes, sendo ideal para atividades ao ar livre, como acampamentos ou situações de emergência.

FUNCIONAMENTO:
 O dispositivo possui três lâminas de alumínio de 11 polegadas que devem ser abertas formando um “tripé” para sua base. O cilindro na parte superior captura a energia gerada dos ventos a partir de sua rotação. Quando a carga da bateria está completa, basta utilizar a entrada USB localizada embaixo do cilindro e carregar qualquer aparelho elétrico compatível!

 Mas e se não tem vento? O Trinity coloca você para trabalhar: ele também possui uma alavanca para ser usada nesses caso, basta por seu muque para se exercitar. A turbina do aparelho foi fabricada com plástico e alumínio, medindo quase 30 centímetros de comprimento e pesando 1,8 quilogramas.
O projeto foi financiado coletivamente no site Kickstarter e deve ser vendido em escala a partir de 2015. A versão básica deve custar algo em torno de 300 dólares. Para saber mais visite o site oficial do produto e assista ao vídeo de apresentação: